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Maceió: O que fazer
PASSEIO À ROTA ECOLÓGICA
(E) Rio Tatuamunha - (D) Porto de Pedras
BARRA DE SANTO ANTÔNIO (Litoral Norte)
43 km ao norte da Jatiúca, você pega uma balsa e chega à Ilha da Croa -- na verdade, uma península que não tem acesso por estrada. Na balsa você vai acabar contratando um "guia" entre os meninos que oferecem seus serviços por "qualquer troquinho“. Como as estradinhas da “ilha” não têm (propositalmente) nenhuma sinalização, trata-se de um bom investimento. Antes ou depois da praia, não deixe de passar na vilazinha da ilha -- é muito pitoresca. O garoto vai insistir para que você vá à praia do mini-resort Captain Nikolas (ele vai ser comissionado para isso) -- mas se você não gosta de ser torturado com Mastruz com Leite a mil decibéis, diga que você quer ser guiado às barracas rústicas da praia mais perto da barra. Ali você pode contratar um bugue (R$ 30 a R$ 40) para ir ver as falésias coloridas da praia do Carro Quebrado, mais ao norte. As falésias são coloridas m-e-s-m-o, do bege ao roxo, passando por todos os tons terrosos imagináveis. A “tinta” da terra acaba tingindo a água de um marrom avermelhado que você não vai achar em nenhum outro lugar. Existe um boteco rústico um pouquinho antes das falésias.
PRAIAS DE CORURIPE (Litoral Sul)
85 km ao sul da Pajuçara, a bonita Praia da Lagoa do Pau (foto da esquerda) é delimitada por um rio e uma lagoa, e por enquanto está livre da praga dos "receptivos" das operadoras. Pegando o carro de novo, 10 km mais ao sul você chega ao Pontal de Coruripe (foto da direita): uma aldeia de pescadores com infra-estrutura rústica (incluindo algumas pousadas e casas de veranistas). Existe agora um acesso da estrada também para a praia da Pituba (5 km ao norte da Lagoa do Pau), que ainda não consegui conhecer, mas que por todos os relatos é lindíssima e selvagem (dizem que Tereza Collor e seu marido vão construir um resort por lá). Para chegar a estas bandas, basta sair de Maceió em direção ao Francês e continuar pela AL-101. A estrada foi recentemente reasfaltada e passa por trechos de canaviais e de coqueirais. No caminho você deve passar também por Duas Barras -- outro turistódromo em que você precisa pagar para entrar e conhecer uma praia que fica entre dois rios.
FOZ DO SÃO FRANCISCO (Litoral Sul)
O encontro das águas verdes do São Francisco com as águas verdes do mar fica ainda mais bonito com a moldura de dunas da margem alagoana do rio. O ponto de partida é o vilarejo de Piaçabuçu, 130 km ao sul, pela AL-101. Quem vem de Maceió em passeio organizado normalmente pega uma escuna; se você não quer passar o dia inteiro dentro de um grupo venha sozinho e procure a agência Mercator perto do cais (tel.: 82/3551-1473). O passeio em barquinho para até 10 pessoas sai R$ 93. Do cais até a foz são 45 minutos; o Ibama permite uma permanência de no máximo uma hora na área das dunas. Um ótimo programa para depois é ver o entardecer do Forte da Ribeira, na histórica Penedo, a 28 km interior adentro, também às margens do Velho Chico.
PENEDO (Sul do Estado)
(E) Murada do Forte da Rocheira - (D) Restaurante do Forte da Rocheira
PISCINAS NATURAIS DA PAJUÇARA
É um passeio muito divertido. Talvez não pelos motivos certos, mas é divertido. Na maré baixa, os jangadeiros dão plantão na praia de Pajuçara até fechar um grupo. Você paga R$ 13 e embarca. 2 km mais tarde (10 min.), já pertinho da barreira de corais que forma as piscinas, alguém vai vir nadando (às vezes, disputando corrida com a concorrência) para capturar o seu grupo para uma das jangadas-restaurantes que servem as piscinas. Depois que a sua jangada estaciona na piscina, o garçom-anfíbio retorna com o cardápio: uma bandeja de alumínio com lagostas, camarões e peixes para você escolher. A essas alturas, mais do que as piscinas, o que mais impressiona é o trânsito de pratos de lagosta pra cá e capiroskas pra lá, no meio do mar. Enquanto você fica indeciso entre camarão e peixe, uma carrocinha flutuante da Kibon (uma carrocinha flutuante da Kibon???) vai perguntar se você não quer um Chicabon. Onde está você? Num banho público japonês? No mercado flutuante de Bangkok? Não. São as piscinas naturais da Pajuçara, lembra? Só que a água dificilmente fica clarinha que nem nas fotos que eles mostram na praia, e você acaba voltando sem ver os peixinhos. Vale por uma ida ao circo. Tudo o que você precisa saber sobre: tábua das marés
Tudo o que você precisa saber sobre: tábua das marés
GALÉS DE MARAGOGI
Ainda no capítulo piscinas naturais, as Galés de Maragogi são as mais impressionantes -- mas a viagem é longa (são 125 km percorridos em quase horas), o tempo pode mudar pelo caminho (só se deve visitar piscinas naturais em dias muito bonitos), e as piscinas costumam ficar muuuuuito cheeeeeias de geeeente. Confira direitinho a tábua das marés para ver se você vai ter tempo de ir confortavelmente até as piscinas depois de chegar na vila. Os passeios saem da praia central da vila, do restaurante Frutos do Mar. Mas se eu fosse você, deixava para ir durante uma grande viagem pela Costa Dourada. Tudo o que você precisa saber sobre: tábua das marés
NOITE NA JATIÚCA Os agitos da Jatiúca se concentram em barzinhos em torno do restaurante Divina Gula (R. Eng. Paulo Brandão Nogueira, 85).
NOITE NO JARAGUÁ
O bairro portuário do Jaraguá, no centro da cidade (e logo ao sul da Pajuçara), foi restaurado com capricho. No começo, seus casarões e armazéns viraram bares muito agradáveis -- a exemplo do que foi feito no Recife Antigo. Infelizmente, a coisa não deu muito certo. O bairro só ganha vida mesmo nas madrugadas de sexta e sábado, quando a garotada forma fila em frente megadanceterias do pedaço, como o Aeroporco e a Arena, com muitos ambientes em vários andares. Se você vem de carro, existe um estacionamento passando o bairro.
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