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 Introdução 
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Barra Grande & Maraú:

Vai por mim

 

 

Podendo, venha para a mordomia do Kiaroa. Com menos bala na carteira, vá para a Pousada dos Tamarindos ou para a Ponta do Mutá.

 

Faça caminhadas na praia, mergulhe nas piscinas de Taipus de Fora e pense duas vezes antes de se jogar num passeio de barco pela Baía de Camamu.

 

Arrisque um prato nunca antes imaginado no Bistrô, coma um spaghetti com tomate e siri na Muvuca, trace uma moqueca na Tapera e um sushi no Sushibar dos Tamarindos.

 

E, por que não?, aproveite a proximidade para dar uma esticadinha até Itacaré.

 

 

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 KIAROA BEACH RESORT

Recomendado. Anunciado, à época de sua inauguração (final de 2003) como uma espécie de Txai de Maraú, o Kiaroa não chega a tanto, mas é um ótimo hotel -- perfeito para quem quer (e pode...) ir a Barra Grande com conforto e alguma sofisticação. Felizmente, o primeiro hotel superconfortável da península não é um resortão -- o Kiaroa tem escala humana, e você nunca vai precisar caminhar demais para ir ao restaurante ou à praia. A piscina é um show, com inúmeras profundidades e nichos para usos diversos (deck molhado, áreas para sentar, raia para nadar), tudo em volta de uma ilha gramada onde estão as espreguiçadeiras. O restaurante é charmoso, e a comida, excelente -- servida à francesa, sem essa de buffet (pelo menos não havia buffet quando eu me hospedei, no final de 2003). Você pode ficar em apartamentos (são 16, num predinho de dois andares nos fundos do terreno) ou em bangalôs (espalhados em duas áreas mais próximas ao mar). Os bangalôs oferecem diferentes níveis de conforto e privacidade. Há uma fileira de seis bangalôs Moorea (de 35 m2), geminados dois a dois, cada um com sua piscininha própria (separada da piscininha do vizinho por uma muretinha). Em frente aos bangalôs Moorea há uma outra fileira de bangalôs Moorea Master -- que eram iguaizinhos aos de trás, mas, conforme eu tinha previsto, foram reformados e viraram três bangalôs individuais, de 70 m2, com sala, quarto e piscininha própria, sem dividir nada com o vizinho. Do outro lado da piscina há uma outra fileira de três bangalôs, os Báli Luxo (50 m2), originalmente concebidos para serem os mais luxuosos do hotel, por terem varandas à beira de uma linda piscina (comum aos três bangalôs).  O hotel tem sua própria pista de pouso, por onde chegam os hóspedes que compram o pacote com saída de Salvador (o transporte é feito em teco-tecos para 10 passageiros, que cumprem o trajeto em 40 minutos, em altitude panorâmica, sobrevoando Morro de São Paulo e Boipeba). As piscinas naturais de Taipus estão a 50 minutos de caminhada para o sul (ou 15 minutos de jardineira); a vila de Barra Grande fica a 15 minutos de jardineira (o hotel oferece traslado de jardineira, grátis, entre as 19h e as 23h). Diárias com pensão completa: apartamento, R$  730 (AT) e R$ 513 (BT); bangalô Moorea, R$ 980 (AT) e R$ 733 (BT); bangalô Moorea Master, R$ 1.222 (AT) e R$ 955 (BT); bangalô Bali Luxo, R$ 1.370 (AT) e R$ 1.050 (BT). Loteamento Três Coqueiros, Barra Grande. Tel.: (73) 3258-6215; reservas, (71) 3272-1320. www.kiaroa.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 POUSADA DOS TAMARINDOS (Barra Grande)

Recomendada. Uma família de nisseis paulistas toca esta pousada arrumadíssima -- a melhor da vila de Barra Grande. Os chalés estão dispostos em meio a um jardim tropical bem cuidado, e são decorados com gosto, colchões de alta qualidade e TVs 20 polegadas. O toque japonês está na utilização de madeiras e outros materiais naturais, que proporcionam grande aconchego. Como o lugar é praticamente um parque, fica um pouco longe da praia -- mas muito próximo do centrinho da vila. Quartos com ar, TV e frigobar. Diárias, R$ 170 (AT) e R$ 100 (BT). R. José Mello Pirajá, 21. Tel.: (73) 3258-6017. www.pousadadostamarindos.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 POUSADA PONTA DO MUTÁ (Barra Grande)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recomendada. Na beira da praia, a 5 minutos de caminhada do atracadouro, esta pousada capricha nos detalhes: flores nas mesinhas da praia, um quiosque de massagem no canto do jardim, sofás confortáveis na área do restaurante. Os quartos se localizam num predinho de dois andares, e todos têm sacada (além de ar, TV e frigobar). Como a praia está voltada para a face norte, dá para se bronzear em frente à pousada até mais tarde -- e ainda curtir o pôr-do-sol. Diárias, R$ 180 (AT) e R$ 120 (BT). Praia de Barra Grande. Tel.: (73) 3258-6028. www.pousadapontadomuta.com.br  

 

 


Veja outras indicações em Onde ficar

 


 

 PRAIA DA COSTA

Recomendada. Não se trata de uma praia específica, mas do nome genérico dado ao longo trecho entre a Ponta do Mutá e as praias mais afastadas afastadas. Com vários trechos desabitados e algumas formações de corais que deixam a água ainda mais transparente, a Costa é um convite à caminhada. Você pode sair pela frente da vila, seguindo o contorno da costa pela Ponta do Mutá, ou atalhar pelos "fundos" da vila, seguindo o caminho das jardineiras; depois do posto de gasolina, vire à esquerda, e você vai acabar chegando à praia já no trecho conhecido como Praia de Três Coqueiros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 PISCINAS NATURAIS DE TAIPUS DE FORA

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao contrário da maioria das piscinas de corais que aparecem na maré baixa no litoral nordestino, as de Taipus de Fora não requerem nenhum transporte de barco para chegar até elas: é só esperar a maré baixar, e cair n’água. Alugue um snorkel no Bar das Meninas e comece pelos corais junto à areia, no canto direito da piscina; depois continue pelos corais mais afastados. Mesmo que você não se dê ao trabalho de procurar peixinhos, vai adorar nadar no maravilhoso tanque fundo represado pelas pedras. As águas ficam mais bonitas e transparentes fica na lua cheia ou nova -- e, claro, num dia de sol a pino. As pousadas costumam oferecer traslado até a praia; se esse não for o seu caso, vá até o ponto de jardineiras, a uma quadra do ancoradouro de Barra Grande, e pegue a primeira que sair. IMPORTANTE: não deixe de consultar a tábua das marés, e só vá se conseguir chegar num horário muito próximo ao nível mais baixo da maré. Para facilitar as coisas, existe um relógio das marés na praça central da vila, ao lado da igreja.

 

 

Tudo o que você precisa saber sobre: tábua das marés

 

 


Veja outras indicações em As praias

 


 

 PASSEIOS DE BARCO PELA BAÍA DE CAMAMU

A baía de Camamu é um paraíso para velejadores, que aproveitam as águas calmas de seus braços-de-mar margeados por densa vegetação de mangue. Se você não vem com seu veleirinho ;-) vai precisar entrar num passeio organizado. Existem três passeios básicos pela Baía de Camamu: um navega entre as ilhas da baía; outro vai até a Cachoeira do Tremembé; e um terceiro junta os dois passeios. Todos esses passeios podem ser feitos de duas maneiras -- de lancha rápida ou de barco lento pó-pó-pó. Os de lancha saem uma fortuna (uma lancha até a Cachoeira do Tremembé, por exemplo, sai entre 960 e 1.600 reais, dependendo do tamanho do grupo); os de pó-pó-pó demoram uma eternidade (para a cachoeira, são 3 horas para ir, e 3 horas para voltar -- pelo mesmo caminho). O passeio às ilhas costuma incluir uma parada na Ilha da Pedra Furada e almoço na Ilha do Sapinho, onde os restaurantes têm viveiros de lagosta. O passeio ao Tremembé leva você até a única cachoeira do Brasil que deságua no mar (no caso, um braço de mar); você não precisa nem sair do barco para tomar banho nela. Quer minha opinião? O passeio das ilhas é um pouco frustrante; a paisagem é mais fluvial do que marítima -- e pode ser apreciada (sem as paradas, claro) por qualquer mortal que pegue o barco de linha para Camamu. Já a cachoeira... não sei dizer. Ainda não fiz -- poderia até alegar que não deu tempo, mas a verdade é que ainda não tive coragem de ficar mais de 6 horas num barco lotado de desconhecidos olhando para a mesma paisagem de mangue. No dia em que algum amigo velejador me convidar... (eu levo as bebidas). Para não ficar devendo uma foto para você, entre na página desse passeio no site da agência Naturemar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Veja outras indicações em O que fazer

 


 

 BISTRÔ (Barra Grande)

Instalado numa casa bordô na rua da igreja, este pequeno restaurante serve os pratos mais inventivos da peninsula. Comece com uma salada com mostarda e mel e emende com o filé ao molho de café e alho, ou com o frango na graviola. Se não quiser nada tão diferente assim, peça o espetinho de camarão-pistola. Rua da Igreja, s/n. Tel.: (73) 3258-6136.

 

 

 

 

 


 SPAGHETTERIA MUVUCA (Praia de Barra Grande)

De longe, parece apenas um quiosque como outro qualquer; de perto, no entanto, revela o charme da decoração personalíssima com móveis e objetos de brechó. Tem um cardápio específico de sanduíches para o pôr-do-sol. À noite, combina massas de trigo duro (spaghetti, penne e tagliatelle) com molhos que quase sempre incorporam sabores do mar (atum branco, lagosta, polvo, siri catado). Nas noites de sábado os donos põem som na caixa e o pessoal continua depois do jantar para dançar. Praia de Barra Grande, à direita do ancoradouro, passando a Pousada Ponta do Mutá.

 

 

 


 

 A TAPERA (Barra Grande)

Na ruazinha principal da vila, tem mesas toscas e cortinas de ripinha de madeira, tudo com um charme meio praia, meio mata. Bons pratos regionais de frutos do mar -- catado de siri, arroz de polvo, lagosta grelhada -- além de uma carne de sol na chapa. R. do Cais, s/n. Tel.: (73) 3258-6119

 

 

 

 

 

 


 

 SUSHIBAR DOS TAMARINDOS (Barra Grande)

Antes de preparar seu combinado, o sushiman (o filho dos donos) vem perguntar do que você mais gosta. Serve também yakissoba, teppans e tempurá. Pousada dos Tamarindos. R. José Mello Pirajá, 21. Tel.: (73) 3258-6017.

 

 

 

 

 

 

 


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 ITACARÉ

 

 

 

 

 

 

 

 

Contratando um jipe 4x4, você pode andar os 40 km até a ponta sul da península e atravessar o Rio de Contas de balsa -- pronto, você está em Itacaré. Mas saiba que o estado da estrada é tenebroso e você vai chegar doído ao seu destino. A outra opção de trajeto é ir até Camamu e descer por terra, chegando a Itacaré via Ilhéus, num total de 205 km. Leia mais aqui .

 

 


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